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Arquivo de abril de 2008
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Hoje tive uma surpresa mais que agradável: Blind Melon está de volta!

O Blind Melon é uma banda de rock alternativo que começou no início dos anos 90, mas diferentemente das bandas do período que seguiam o estilo pós-punk ou grunge como Nirvana, Soundgarden ou Nine Inch Nails, o Blind Melon escolheu um caminho diferente, fincando suas raízes no rock clássico de Lynyrd Skynyrd, Jimi Hendrix, Grateful Dead, Allman Brothers Band, Neil Young e Led Zeppelin.
A banda começou em 1989 em Los Angeles com Shannon Hoon (vocais), Christopher Thorn (guitarrista), Rogers Stevens (guitarrista), Brad Smith (baixista) e Glen Graham (bateirista). A banda não gravou seu primeiro álbum oficial até 1992, que levou o criativo título de Blind Melon. A banda participou de turnês com o Guns N’ Roses (Hoon era amigo de Axl Rose), mas foi com o clipe de No Rain na MTV que o sucesso da banda chegou.
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Como a justiça brasileira não tem muito serviço (são poucos os bandidos e políticos corruptos no país, não é mesmo), estão caçando serviço. E dessa vez, acharam “pelo em casca de ovo” na internet: a 31ª Vara Civel do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o bloqueio à um blog hospedado no portal WordPress.com, que supostamente está vinculando mensagens criminosas. O nome ou endereço do blog não foi revelado, já que o processo ocorre em sigilo.
Para quem não conhece, o WordPress é, provavelmente, a plataforma de criação de blogs mais completa e popular da internet, além de ser gratuita. Através do WordPress.org é possível obter a plataforma e rodar o blog diretamente em seu domínio (www.asterisko.com.br, por exemplo) ou você pode hospedar seu blog, de graça, no WordPress.com.
Acontece que é tecnicamente inviável bloquear apenas um endereço dentro de um domínio, ou seja, é necessário bloquear o domínio como um todo. Dessa forma, todo o WordPress.com teria que ser banido no país. A Abranet (Associação Brasileira de Provedores de Internet) diz que, “não pode deixar de cumprir uma decisão da Justiça, porém enviará carta ao Tribunal paulista explicando as dificuldades técnicas que a medida exige”.
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