Durante um bom tempo trabalhei com vendas pela internet e nesse período, conheci alguns dos nomes mais estranhos do Brasil. Talvez alguns deles sejam comuns em diferentes regiões do país, mas aqui onde moro, são raros. Abaixo apresento alguns desses nomes. Não é minha intenção ofender ninguém: apenas acho os nomes abaixo curiosos e por isso os compartilho aqui. Se você quer uma idéia diferente para chamar seu filho, tem bastante inspiração abaixo.
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Crítica - “Cidade dos Homens“: Mais um filme brasileiro sobre favela, pobreza, violência… Será que esses produtores e diretores não tem criatividade? Bom, se deixar isso tudo de lado, o filme até que é razoável.
Nota: 6/10.
Crítica - “Anamorph“: Filme escuro, lembra um pesadelo. É sobre um assassino em série que usa pinturas para deixar pistas e registrar seus assassinatos. Com
Willem Dafoe.
Nota: 6/10.
Esqueça a máfia italiana, ou mesmo os políticos brasileiros. A máfia a que me refiro aqui é um jogo em grupo, que envolve muita estratégia. As pessoas jogam como membros da máfia, polícia, médico ou da cidade. O objetivo é eliminar a máfia antes que ela acabe com a cidade toda. Para o jogo ficar interessante, é recomendado que seja jogado por pessoas de 14 anos de idade ou mais. Também é recomendado um grupo de 8 à 12 pessoas. Tudo que é necessário é um baralho para se determinar o papel de cada jogador.
O jogo (originalmente inventado pele estudante de psicologia russo Dimitry Davidoff em 1986) envolve muita estratégia e dissimulação. É ótimo para discutir temas como mentir, decepção, confiança, bem contra o mal, etc. ou simplesmente para se divertir. Há cinco papéis que podem ser assumidos: narrador, dois membros da máfia, dois membros da polícia (ou apenas um se o grupo não for muito grande) e um médico, o restante do grupo são cidadãos comuns.
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É um dos mais claros exemplos do funcionarismo público da pior qualidade: Gente cansada, lenta, desmotivada, quase morrendo de tédio, engessados por quilos de burocracia e longos prazos. Herança dos portugueses, e parentes dos cartórios. Estou falando dos Ciretrans, com seus tiozinhos indispostos. Os caras até andam devagar, arrastando os braços que parecem pesados com seus ombros curvos e cansados. Tudo parece acontecer em câmera lenta ao redor deles: o carimbo é levantando e cai em direção do papel quase que apenas com a força da gravidade - a mão que o guia apenas aumenta seu peso - queda livre em direção ao formulário.
Quando você chega no guichê esperando para ser atendido, eles fingem que não estão te vendo pelo máximo de tempo que podem, sem que isso se torne óbvio demais para você, o paciente motorista que espera sua vez de descobrir o próximo processo burocrático que terá que enfrentar. Paciente sim, porque se você exibir qualquer sinal de estresse, os tiozinhos detectam e tornam a sua vida ainda pior: aumentam os documentos que deve apresentar, pedem cópias autenticadas e firmas reconhecidas.
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Crítica - “Grace is Gone“: Trata sobre o que acontece com os familiares dos soldados americanos que não voltam pra casa. Pai de duas crianças, o personagem de
John Cusack é o marido de uma soldado que luta no Iraque. O filme mostra como ele lida com a notícia da morte da mulher - bizarro, diga-se de passagem.
Nota: 5/10.
Crítica - “A Volta dos Bravos“: Conta sobre os problemas físicos e psicológicos que os soldados que voltam da guerra no Iraque enfrentam nos EUA. É uma boa crítica sobre a guerra, e aborda bem o tema. Com
Samuel L. Jackson e
Jessica Biel.
Nota: 7/10.
Crítica - “Uma Noite no Museu“: Comédia infantil.
Ben Stiller é contratado como vigia noturno de um museu de história natural, mas o que ele não sabe é que de noite, as exibições do museu ganham vida. Bons efeitos especiais.
Nota: 6/10.