Acabo de rever pela 4ª vez o Especial Ao Vivo Multishow - Los Hermanos, gravado em alguma casa de shows no Rio de Janeiro, sua terra natal. Depois de assistir este show algumas vezes, me sinto na obrigação de escrever sobre ele para tentar entender o que foi o tufão de sentimentos e idéias que tive e tenho cada vez que vejo este espetáculo.
O primeiro fato a se notar neste show é que Los Hermanos é uma banda adorada, idolatrada, cultuada. Vocês vão me dizer que todas são. Eu digo não, não como Los Hermanos. Na minha sincera opinião, esta banda tem hoje o status que apenas a Legião Urbana conseguiu ter na história musical recente deste país. Gostem ou não, a Legião movia milhares de fãs a cada show que realizava, todos com letras e músicas na ponta da língua e do coração. Foi isso que vi neste show dos Hermanos. Uma banda que produz letras inteligentes e difíceis de se digerir (entendam “digerir” como “entender”), saber decor sua seqüência e significado é algo realmente de quem cultua.
Leia o restante deste artigo…
“Já pro xilindró! Agora o sol vai nascer quadrado, mermão! Vai em cana, camarada!” Para resumir o que é viver em cadeia, segue um dialogo de O Conde de Monte Cristo:
“Estou preso em Chateau d’If há 11 anos. Cinco dos quais gastei cavando este túnel. Há 72.519 pedras nas minhas paredes. Contei-as muitas vezes,” diz Edmond Dantes.
“Mas já lhes deste nomes?” pergunta o padre Faria.
A temática “cadeia” é sempre interessante, já que funciona como metáfora a restrição ao primeiro de nossos direitos - a liberdade. Neste ambiente, punitivo e corretivo, sempre perigoso, temos vários filmes que relatam esta dinâmica, alguns clássicos, outros com ótimos roteiros e atuações. Seguem 10 ótimas dicas (em ordem de preferência) desses filmes:
Leia o restante deste artigo…
Sim, headhunters existem. E sim, eu sei disso porque eu sou um desses agradáveis profissionais que você adoraria que te ligassem logo após aquela briga com seu chefe detestado. Aproveito então o espaço para falar aqui sobre o dia-a-dia e foco de atuação de um caça-talentos.
Embora poucos acreditem e muitos tenham preguiça de pensar a respeito, meu foco de atuação não é Recursos Humanos - este é apenas o produto do meu trabalho. Creditar a minha atuação como um profissional de RH seria o mesmo que dizer que alguém que trabalha na Suzano ou Votorantim CP é um profissional da indústria papeleira e não um financeiro, engenheiro, relações com investidores, etc. Seria trocar sua função pelo produto que a empresa faz. É um erro comum.
Leia o restante deste artigo…
Proposta interessante esta a de somente levar cinco bandas para uma ilha deserta, ouvi-las e somente ouvi-las por toda a eternidade. Para ser honesto comigo e todos os outros, excluí os modismos, as paixões passageiras, as “melhores bandas de todos os tempos da última semana”. Escolhi apenas as inquestionáveis, aquelas que fazem parte do dia-a-dia, mais, que fazem parte de todos os dia-a-dias. Quando se coloca tal critério, o da mais pura honestidade, cinco bandas que pareciam pouco, tornam-se muitas. Além disso, me pensei em várias situações importantes da vida e qual era a trilha sonora daquele fato - as bandas que se repetiriam na maior parte delas, estão aqui. Lá vão elas:
Leia o restante deste artigo…
Há filmes em que você passa horas na frente de uma tela apenas para ver uma cena, um take de 30 segundos que faz justificar toda aquela espera. Há cenas, inclusive, que são mais lembradas do que filmes, dada sua importância. Neste sentido, todo bom filme te faz lembrar de uma cena em especial que sintetiza tua avaliação sobre aquela obra.
Eu por exemplo não consigo pensar em Sobre Meninos e Lobos sem vir à minha cabeça o personagem de Sean Penn desesperado ao descobrir que sua filha havia sido assassinada – aquela cena resume sua atuação brilhante neste filme.
Pois bem, lembrei destes 30 segundos especiais de vários filmes e apresento as maiores aqui. Enjoy:
Leia o restante deste artigo…
Um filme bom para mim é aquele que faz você ser diferente depois de assisti-lo - faz você refletir, ver a vida por um outro ângulo, ou ainda, faz você repensar seu conceito de vida. Com disse certa vez José Wilker, “um filme para me comover não precisa de bombas e explosões, basta ser sincero”, criticando o estilo de Spielberg. Eu concordo com ele, um filme para ser inesquecível não requer exageros, precisa sim de um roteiro perfeito e atuações destacadas, precisa deixá-lo inquieto.
Sou um fã de cinema (são quase 200 filmes por ano nos últimos 5 anos), daqueles que anota e pontua cada filme que vê. Por isso, esta lista abaixo levou algumas horas para ser formulada e tenho um motivo especial para cada um estar ai. Como em qualquer lista, corro o risco de ser injusto e pontuo algumas dessas injustiças: Para Eles, Com Muito Amor, A Vida de David Dale, Desejo e Reparação, Despedida em Las Vegas, O Poderoso Chefão 2, Dançando no Escuro, Meu Pé Esquerdo, Em Nome do Pai e mais uma dezena. São só dez - os melhores na minha opinião - e ai vão eles.
Leia o restante deste artigo…