Eu sempre achei isso, mas hoje tive a prova definitiva: Panfletagem não funciona. Ao chegar até minha caixa do correio (moro em um prédio com 12 apartamentos), me deparei com uma infinidade de panfletos comerciais. Juntei tudo e trouxe pra casa para contabilizar.

O resultado?
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Meus primos me ensinaram um drinking game (jogo para beber, traduzido livremente) muito interessante há um tempo atrás, e não achei nada igual na internet, então vou descrever aqui como funciona. O jogo foi apresentado pra mim como Sueca (apesar de existir um jogo de baralho com esse nome, popular em Portugal, que nada tem em comum com o que apresento aqui), então vou manter esse nome. Funciona assim:
Dois deques completos (sem os coringas) do baralho são misturados e embaralhados. As cartas ficam encobertas (com as faces para baixo) na mesa e a galera fica em volta - quanto mais gente melhor. O jogo gira no sentido horário. Não é permitido deixar o jogo em nenhum momento, nem para ir ao banheiro. A medida da dose a ser bebida é definida pelos jogadores e deve ser respeitada sob a pena de se dobrar a dose para os infratores.
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Quanta alegria em meu almoço de domingo. Medalhão de merluza…

Com mosca!

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Essa noite tive, pela segunda, vez um sonho estranho, ou melhor, um pesadelo. Os russos invadiam o Brasil. Não foi nada pacífico, foi extremamente violento. E um tanto quanto real.
Não sei exatamente porque, mas eu estava na costa, na praia, participando de algum tipo de comemoração durante o dia. Havia milhares de pessoas lá. Algo como um Reveillon no fim da tarde. As pessoas não estavam em trajes de banho, mas usando calças jeans e camisas - estavam bem-vestidas. Faziam churrasco, bebiam cerveja, conversavam. Estavam divertindo-se e socializando-se.
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Se você não acha que os políticos são uns desocupados folgados que nada tem pra fazer se não inventar leis imbecis que só eles consideram úteis, por gentileza, pare de ler por aqui. Vá visitar um outro site, como este.
Agora se você concorda comigo, entre neste site e ajude a “cortar as asinhas” de alguns dos nossos falsos representantes. Acontece que alguns deputados (veja a lista negra abaixo) acham que eles devem escolher o que nós podemos assistir em nossas televisões. Uma bizarra forma de censura.
Se você é como eu, tem TV a cabo ou satélite justamente porque não suporta a TV aberta. Rede Globo, SBT e RedeTV são um lixo e você não os suporta. Prefere assistir uma comédia inteligente como Two and a Half Men ou drama como ER, ou quem sabe algo como Heroes ou Mythbusters. Talvez prefira assistir bons filmes sem as ridículas dublagens que vemos na TV aberta.
O que nossos “adorados” deputados propõem é que metade dos canais da nossa TV por assinatura sejam nacionais. Mesmo os canais internacionais terão que dividir seu conteúdo, exibindo 10% de filmes e séries produzidas no Brasil. Imagine sua TV inundada com porcarias como Zorra Total.
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Crítica - “Reine Sobre Mim“: Ver o
Adam Sandler num papel que não é de comédia foi estranho, mas interessante. O enredo é poderoso e cativante.
Nota: 7/10.
Putz, to ficando velho. Pelo menos a cabeça.
Acabo de chegar de uma LAN house, mas nem cheguei a entrar. Era uma LAN house muito fuleira, pobre mesmo. Dez computadores com cadeiras simples, tudo apertadinho, iluminado demais para uma LAN house. Dentro, quase todos os computadores ocupados por adolescentes com suas mochilas escolares, todos no orkut.
Estávamos combinando de jogar Counter Strike (talvez não seja tão velho nesse ponto), e eu estava ansioso para jogar contra meus amigos. É uma das coisas que faço bem - não sou nenhum mestre, mas me dou uns headshots de vez em quando. Combinamos tudo durante o dia (bom, pelo menos me falaram o horário), e pouco depois das 22 horas lá estávamos nós, na frente do “estabelecimento”.
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Encontrei parte deste texto no perfil de um amigo, no Orkut. Infelizmente ele estava atribuído ao autor errado, e incompleto. Graças ao Google e ao Snopes, descobri que o texto é do Dr. Bob Moorehead, pastor de uma igreja em Seattle, EUA. Abaixo, minha tradução para o texto, que aparece em Words Aptly Spoken, por ele publicado em 1995.
O paradoxo do nosso tempo
Nós temos prédios mais altos mas paciência mais curta; rodovias mais largas mas pontos de vista mais estreitos; nós gastamos mais mas temos menos; nós compramos mais mas aproveitamos menos as coisas; nós temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; nós temos mais diplomas mas menos bom-senso; mais sabedoria mas menos juizo; mais especialistas, mas ainda mais problemas; mais engenhocas mas menos satisfação; mais remédios, mas menos bem-estar; nós tomamos mais vitaminas mas vemos menos resultados. Nós bebemos demais; fumamos demais; gastamos inconseqüentemente; rimos muito pouco; dirigimos rápido demais; ficamos bravos demais rápido demais; ficamos acordados até tarde; acordamos muito cansados; lemos raramente; assistimos muita televisão e rezamos muito raramente.
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