Proposta interessante esta a de somente levar cinco bandas para uma ilha deserta, ouvi-las e somente ouvi-las por toda a eternidade. Para ser honesto comigo e todos os outros, excluí os modismos, as paixões passageiras, as “melhores bandas de todos os tempos da última semana”. Escolhi apenas as inquestionáveis, aquelas que fazem parte do dia-a-dia, mais, que fazem parte de todos os dia-a-dias. Quando se coloca tal critério, o da mais pura honestidade, cinco bandas que pareciam pouco, tornam-se muitas. Além disso, me pensei em várias situações importantes da vida e qual era a trilha sonora daquele fato - as bandas que se repetiriam na maior parte delas, estão aqui. Lá vão elas:
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Triste notícia, infelizmente: o saxofonista da Dave Matthews Band, LeRoi Moore faleceu na tarde desta terça-feira, 19 de agosto de 2008, aparentemente devido à complicações decorrentes de um acidente com um quadricíclo em junho deste ano.
‘Roi foi internado no Hollywood Presbyterian Medical Center em Los Angeles, Califórnia após uma piora em seu quadro clínico, vindo a falecer na tarde de hoje. Ele tinha 46 anos.
Ainda não sabemos como isso vai afetar a turnê deste ano (’Roi estava afastado desde o acidente, tendo sido substituído por Jeff Coffin do Béla Fleck & The Flecktones), inclusive na América do Sul, ou mesmo o futuro da banda.
Fique em paz ‘Roi. Sentiremos sua falta profundamente.
Está confirmado oficialmente pela banda: a Dave Matthews Band se apresentará em três datas aqui no Brasil!

- 26 de setembro (sexta-feira): Festival About Us em Manaus, AM.
Praia do Hotel Tropical na Av. Coronel Teixeira, 1320 - Ponta Negra.
Preços entre R$ 300 (VIP, sem open-bar) e R$ 140 (pista). Venda de ingressos começa no dia 22/08.
Com Ben Harper & The Innocent Criminals, O Rappa, Vanessa da Mata e NX Zero.
- 28 de setembro (domingo): Festival About Us em São Paulo, SP.
Palco superior da Chácara do Jockey na Av. Pirajussara s/n (altura do núm. 5100 da Av. Francisco Morato).
Preços entre R$ 500 (VIP) e R$ 140 (pista). Venda de ingressos começa no dia 22/08.
Com Ben Harper & The Innocent Criminals, Vanessa da Mata, NX Zero e Afro Lata/Mangue.
- 30 de setembro (terça-feira): Vivo Rio no Rio de Janeiro, RJ.
Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo.
Preços entre R$ 450 (camarote AA), R$ 360 (pista VIP) e R$ 240 (pista). Pré-venda entre os dias 15/08 e 17/08. Venda ao público a partir de 18/08 através do Ingresso Rápido.
Esta apresentação é apenas da DMB, sem outros artistas, por isso promete ser mais longa e completa.
Além das datas do Brasil, a DMB também se apresentará no Pepsi Festival em Buenos Aires, Argentina no dia 3 de outubro.
Atualização (17/08/2008): Para mais informações, consulte a DMBrasil.net. Eu já comprei meu ingresso pro show do Rio, e você?
Imperdível!
Por enquanto é só boato, mas fala-se da vinda da Dave Matthews Band ao Brasil após o final da turnê de verão americana, em setembro!

Segundo comentários na comunidade da DMB no Orkut, há previsão da vinda da banda para o Rio de Janeiro e São Paulo, além de paradas na Argentina e Chile.
Além da DMB, Béla Fleck & The Flecktones também planeja excursionar pela América Latina este ano. Será um ótimo ano se ambas as bandas pisarem em solos nacionais. Mesmo sem Butch Taylor, a DMB promete!
Atualização (02/07/2008): Em entrevista à rádio americana Mix 98.5 em 24/06/2008, Stefan Lessard (baixista da DMB) confirmou a turnê na América do Sul ainda esse ano! Ele não deu detalhes, mas acredito que estamos muito próximos de ver a banda por aqui novamente!
Hoje tive uma surpresa mais que agradável: Blind Melon está de volta!

O Blind Melon é uma banda de rock alternativo que começou no início dos anos 90, mas diferentemente das bandas do período que seguiam o estilo pós-punk ou grunge como Nirvana, Soundgarden ou Nine Inch Nails, o Blind Melon escolheu um caminho diferente, fincando suas raízes no rock clássico de Lynyrd Skynyrd, Jimi Hendrix, Grateful Dead, Allman Brothers Band, Neil Young e Led Zeppelin.
A banda começou em 1989 em Los Angeles com Shannon Hoon (vocais), Christopher Thorn (guitarrista), Rogers Stevens (guitarrista), Brad Smith (baixista) e Glen Graham (bateirista). A banda não gravou seu primeiro álbum oficial até 1992, que levou o criativo título de Blind Melon. A banda participou de turnês com o Guns N’ Roses (Hoon era amigo de Axl Rose), mas foi com o clipe de No Rain na MTV que o sucesso da banda chegou.
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Segundo o site Ultimate Guitar, a iniciativa do Radiohead, que comentei há alguns dias neste artigo, deu muito certo. O site informa que os fãs pagaram cerca da metade do valor de de um CD comprado em lojas, no download direto do site do novo álbum, o In Rainbows. E na primeira semana, a banda faturou nada menos que US$ 10 milhões, o equivalente à R$ 18 milhões.
Os compradores pagaram em média menos de R$ 15,00 pelo álbum, cerca da metade do preço de um CD adquirido em uma loja. No entanto, sem ter que dividir a receita com uma gravadora, a banda é quem fica com o grosso do lucro. Mesmo vendendo por sites como o iTunes, a banda ficaria com cerca de 1/4 do valor que o consumidor paga, portanto a idéia do Radiohead foi um grande sucesso.
Vamos torcer para que outros artistas e bandas adotem logo esse novo modelo de negócios para que eles recebam o que merecem e deixem de dar rios de dinheiro para as gravadoras.
Será essa a confirmação da nova era na indústria da música? De fato a revolução na indústria fonográfica começou em meados da década de 90, com a criação do padrão MP3 e a popularização do Napster, primeira rede para troca de arquivos na internet, alguns anos mais tarde. De repente tornou-se fácil conseguir qualquer música, sem se pagar nada por isso. Muitos diziam que seria o fim do modelo de negócios adotado até então pelo setor, no qual os artistas recebiam apenas uma fração do preço pago por cada álbum.
Infelizmente a indústria fonográfica se recusou a se adaptar, e luta contra até hoje. Ela também se recusa a morrer. Assim começou uma verdadeira “caça às bruxas” da pirataria digital, com a RIAA (ou seria MAFIAA?) processando indivíduos que fossem descobertos compartilhando e baixando músicas digitais. Isso mostrou-se extremamente ineficiente e caro, e fez com que pessoas alheias à esses acontecimentos conhecessem a nova facilidade de se obter música grátis, devido à extensiva cobertura da mídia.
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No final de semana dos dias 20, 21 e 22 de julho aconteceu a 4ª FARRA, como havia anunciado em artigo anterior. Foram (quase) três dias memoráveis, como nas outras edições do evento familiar.
A MAJOTA não aconteceu como previsto, mas o CEGÃO sim, e foi realmente histórico! Testemunhamos a blasfêmia do “mestre-cervejeiro” Tio Duda, que ao jogar fora seu copo com Skol exclamou: “Que cerveja ruim!” E olha que ele sabe até o código de barras da cerveja de cor (78991149200405). Eu, por outro lado, até que me saí bem: a melhor nota que dei foi para a Skol e em segundo lugar, Antarctica. As únicas duas que acertei foram a Skol e Heineken (que também levou minha pior nota, 3).
Teve bingo, futebol, passeios de moto. Teve papagaio importado com fibra de carbono e tecido de para-quedas, e o paraglider “suspeito” do Paulo. Teve muita, mas muita cerveja gelada. Teve churrasco, comidas árabes, caldinho-de-feijão e cassoulet. Não faltaram horas e horas de conversas animadas e muito carinho entre primos, tios, avós, pais e irmãos.
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