Segundo o site Ultimate Guitar, a iniciativa do Radiohead, que comentei há alguns dias neste artigo, deu muito certo. O site informa que os fãs pagaram cerca da metade do valor de de um CD comprado em lojas, no download direto do site do novo álbum, o In Rainbows. E na primeira semana, a banda faturou nada menos que US$ 10 milhões, o equivalente à R$ 18 milhões.
Os compradores pagaram em média menos de R$ 15,00 pelo álbum, cerca da metade do preço de um CD adquirido em uma loja. No entanto, sem ter que dividir a receita com uma gravadora, a banda é quem fica com o grosso do lucro. Mesmo vendendo por sites como o iTunes, a banda ficaria com cerca de 1/4 do valor que o consumidor paga, portanto a idéia do Radiohead foi um grande sucesso.
Vamos torcer para que outros artistas e bandas adotem logo esse novo modelo de negócios para que eles recebam o que merecem e deixem de dar rios de dinheiro para as gravadoras.
Será essa a confirmação da nova era na indústria da música? De fato a revolução na indústria fonográfica começou em meados da década de 90, com a criação do padrão MP3 e a popularização do Napster, primeira rede para troca de arquivos na internet, alguns anos mais tarde. De repente tornou-se fácil conseguir qualquer música, sem se pagar nada por isso. Muitos diziam que seria o fim do modelo de negócios adotado até então pelo setor, no qual os artistas recebiam apenas uma fração do preço pago por cada álbum.
Infelizmente a indústria fonográfica se recusou a se adaptar, e luta contra até hoje. Ela também se recusa a morrer. Assim começou uma verdadeira “caça às bruxas” da pirataria digital, com a RIAA (ou seria MAFIAA?) processando indivíduos que fossem descobertos compartilhando e baixando músicas digitais. Isso mostrou-se extremamente ineficiente e caro, e fez com que pessoas alheias à esses acontecimentos conhecessem a nova facilidade de se obter música grátis, devido à extensiva cobertura da mídia.
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No final de semana dos dias 20, 21 e 22 de julho aconteceu a 4ª FARRA, como havia anunciado em artigo anterior. Foram (quase) três dias memoráveis, como nas outras edições do evento familiar.
A MAJOTA não aconteceu como previsto, mas o CEGÃO sim, e foi realmente histórico! Testemunhamos a blasfêmia do “mestre-cervejeiro” Tio Duda, que ao jogar fora seu copo com Skol exclamou: “Que cerveja ruim!” E olha que ele sabe até o código de barras da cerveja de cor (78991149200405). Eu, por outro lado, até que me saí bem: a melhor nota que dei foi para a Skol e em segundo lugar, Antarctica. As únicas duas que acertei foram a Skol e Heineken (que também levou minha pior nota, 3).
Teve bingo, futebol, passeios de moto. Teve papagaio importado com fibra de carbono e tecido de para-quedas, e o paraglider “suspeito” do Paulo. Teve muita, mas muita cerveja gelada. Teve churrasco, comidas árabes, caldinho-de-feijão e cassoulet. Não faltaram horas e horas de conversas animadas e muito carinho entre primos, tios, avós, pais e irmãos.
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A Sarah escreveu um artigo em seu blog (You Give Me Fever - muito bom!) sobre as cinco bandas que sem as quais ela não poderia viver sem. Na situação hipotética, ela teria sido abduzida por alienígenas e eles teriam permitido que ela escolhesse as únicas cinco bandas terrestres para escutar. Não fui convidado, mas me inspirei, então vou colocar as minhas, sem ordem definida.
Dave Matthews Band: Lógico. Quem me conhece sabe. Não passo dois dias sem escutar DMB. É a minha banda preferida, e assim tem sido por pelo menos 6 anos. As composições do Dave são fenomenais, especialmente as mais antigas. E a banda toda simplesmente completa as letras com melodias incríveis. Carter Beauford é um monstro na bateria.
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Um “jogo” legal. Você acha que entende de cinema? E das músicas-tema dos filmes? Então esse é o jogo pra você: Flash Pops.
Escute 64 músicas e identifique à quais filmes pertencem. Há músicas de filmes nacionais (não acertei nenhuma!) e internacionais. Alguns clássicos, e outros um tanto quanto obscuros.
Meu placar foi de 77% (49 de 64). Tente acertar só de memória! Depois veja as respostas abaixo. Os que eu errei estão marcados em vermelho.
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A história de Steven Paul Jobs começa com seu nascimento em 1955 nos EUA. Na semana seguinte seus pais biológicos deram a criança para adoção. Ele foi adotado por um casal californiano que criou o menino. Anos mais tarde, em 1976 Jobs fundou o que se tornaria a gigante da informática Apple Computer Co., com o colega e chará Steve Wozniak. Em apenas 4 anos, com o desenvolvimento dos computadores pessoais Apple I e Apple II, Jobs já era um milhonário.
Com a grande expansão da Apple, Jobs trouxe o experiente John Sculley da Pepsi-Cola para ser o CEO de sua empresa. Em 1984 a Apple lançou no mercado o Macintosh, o primeiro computador com interface gráfica que fez sucesso comercial. No ano seguinte, depois de uma briga interna pelo controle da Apple, Sculley fez com que Jobs fosse afastado da empresa. Jobs então fundou a NeXT, a qual gerenciava com obsessão por perfeição estética, uma característica que se tornaria marca registrada nos produtos desenvolvidos por Jobs.
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O show de Béla Fleck & The Flecktones da última terça-feira, dia 20, foi nada menos que magnífico. A seguir, algumas fotos tiradas por mim (clique para ampliar). Mais fotos no flickr.

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Essa é imperdível: estão vindo ao Brasil Béla Fleck & the Flecktones, ganhadores do Grammy por cinco vezes, inclusive no último domigo, dia 11 de fevereiro, pelo melhor álbum de jazz com seu último disco, Hidden Land.
A banda mistura ritmos (folk, bluegrass, jazz e blues) e instrumentos (acústicos e eletrônicos) para obter uma sonoridade única, com talento de sobra. O líder é o novaiorquino Béla Fleck, banjoísta virtuoso, que com seus companheiros Jeff Coffin (saxofone) e os irmãos Victor Wooten (baixo) e Roy “Future Man” Wooten (percussão).
A apresentação da banda acontecerá na terça-feira (diazinho ruim, né?), dia 20 de março, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, SP. Entradas já estão a venda online pela Ticketmaster por R$ 30,00, sendo que estudantes podem pagar meia-entrada — quase de graça!
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