A revista Superinteressante deste mês traz um artigo entitulado “Resta Um”, sobre uma tartaruga-gigante da ilha de Pinta, uma das Galápagos. O nome do bicho é George, em homenagem ao ator americano George Gobel, mas ele é mais conhecido como Solitário George (Lonesome George, em inglês).
George é o último de sua subespécie, Geochelone nigra abingdoni, por isso pesquisadores estão tentando fazer com que a tartaruga se reproduza, mesmo que com fêmeas de outras subespécies, para que não seja completamente extinto.
O bizarro é o trabalho da pesquisadora herpetologista (especialista em répteis e anfíbios) suiça Dra. Sveva Grigioni, que dizem ser uma jovém atraente. Ela era responsável por “estimular manualmente” a tartaruga-gigante, e tem em seu currículo o feito de ser a única que conseguiu dar ao George uma ereção, a primeira em 80 anos. O tímido animal, no entanto, não passou disso. Não conseguiram ainda que bicho cooperasse em salvar sua própria subespécie…
Isso me lembra de uma fala do filme Clube da Luta na qual o narrador, interpretado por Edward Norton, diz que “queria pregar uma bala entre os olhos de cada panda que não cruzaria para salvar sua espécie”. Coitado do George.




